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Serviços de viagens corporativas da AMO Corporativo

A AMO Corporativo é a área de negócios da AMO Embarque que assume as viagens de uma empresa de ponta a ponta — do bilhete de um executivo que precisa embarcar amanhã à missão de um grupo inteiro a uma feira internacional. São sete serviços, operados pela mesma equipe, a partir da loja física em Chapecó-SC, para empresas de todo o Brasil.

Equipe da AMO Embarque em evento do trade de turismo com a Emirates, em Chapecó Equipe própriaemissão feita em Chapecó
Sete serviçosoperados pela mesma equipe
Desde 2012organizando missões empresariais
100+ empresárioslevados a feiras internacionais
15+ anosde operação contínua

Quais serviços a AMO Corporativo oferece?

A AMO Corporativo organiza a oferta em sete serviços. Três deles resolvem a viagem que já existe na empresa — a rotina, o executivo e o evento interno. Quatro deles criam viagem nova, ligada a um objetivo comercial: missão, feira, incentivo e programa de entidade. Cada bloco abaixo explica o que entra, para quem serve e onde ele começa a valer a pena.

Como funciona terceirizar a gestão de viagens da empresa?

Gestão de viagens corporativas é o serviço em que a empresa deixa de comprar viagem por conta própria e passa a solicitar viagem por um canal único. Na prática, quem precisa viajar manda trecho, datas e centro de custo; a AMO devolve opções já filtradas pela política interna; quem aprova confirma; a emissão sai. Ninguém do administrativo abre site de companhia aérea de novo.

O que muda não é o preço da passagem — é o que acontece em volta dela. A empresa passa a ter regra escrita sobre classe, diária de hotel, antecedência mínima de compra e alçada de aprovação. Passa a ter faturamento organizado, com o gasto separado por centro de custo em vez de espalhado em cartões pessoais e reembolsos. E passa a ter histórico: qual rota se repete, qual fornecedor entrega, onde o dinheiro está indo.

O que a AMO opera dentro desse serviço:

A política de viagens não é um documento à parte, é a espinha desse serviço: é ela que transforma decisão avulsa em regra previsível e o que permite que a AMO já entregue apenas as opções que a empresa aceitaria. Empresas que chegam sem política escrita saem do diagnóstico com a primeira versão pronta.

Quem resolve a viagem de um executivo que precisa embarcar amanhã?

Viagem executiva é a categoria em que o custo do bilhete é a menor das preocupações. O que está em jogo é a agenda: uma reunião marcada, uma auditoria, uma negociação que não se remarca. A AMO trata esse pedido em canal direto, com cotação e emissão no mesmo dia e escolha de itinerário por critério de chegada, não por critério de tarifa mais baixa.

Saindo de Chapecó, esse critério tem uma consequência concreta. O Aeroporto Serafin Enoss Bertaso (XAP) tem voos diretos apenas para Guarulhos (GRU), Campinas/Viracopos (VCP) e Florianópolis (FLN). Toda viagem nacional ou internacional a partir daqui passa por um desses três, e a diferença entre a conexão certa e a errada é a diferença entre chegar na véspera com folga e perder o primeiro compromisso. Quem faz essa escolha olhando só preço costuma pagar a conta em outro lugar.

O serviço inclui:

É o serviço que mais aparece em empresas que já têm gestão contratada, mas também é contratado sozinho por diretorias que só precisam tirar esse assunto da mesa de alguém.

Como funciona uma missão empresarial para uma feira internacional?

Missão empresarial é uma viagem de grupo com objetivo comercial declarado: encontrar fornecedor, mapear tecnologia, abrir mercado ou entender como um setor opera fora do Brasil. Não é excursão com pauta de negócios — é agenda de trabalho com logística resolvida em volta. A AMO organiza missões desde 2012 e já levou mais de 100 empresários a feiras internacionais, entre elas a Canton Fair, em Guangzhou, na China, e a NRF Retail's Big Show, em Nova York.

A missão de outubro de 2025 à Canton Fair foi realizada e documentada, com saída de São Paulo (GRU). É o formato de referência: grupo fechado, empresários de porte parecido, agenda montada por setor de interesse e equipe da AMO presente na operação. O que a agência entrega em uma missão vai além do aéreo e do hotel — entrega credenciamento feito com antecedência, hospedagem escolhida pela distância do pavilhão, deslocamento diário organizado, briefing de preparação antes do embarque e apoio local onde o roteiro prevê.

Grupo de empresários da missão AMO Embarque na Canton Fair 2025, em Guangzhou, China

Uma missão bem montada resolve três coisas que o empresário sozinho não resolve: a escala (dez empresas juntas conseguem agenda que uma sozinha não consegue), a curadoria (saber em qual pavilhão e em qual fase estar) e o custo de erro (um credenciamento perdido ou um hotel do lado errado da cidade custam dias de feira). Quem quer entender o modelo em detalhe pode começar pelo guia da Canton Fair ou pelas fases da edição de outubro de 2026.

Como levar a equipe para uma feira internacional sem perder a agenda?

Esse serviço não é a missão de grupo aberto: é a logística da equipe que a sua empresa decidiu enviar a um evento específico. Três pessoas de compras à Canton Fair, dois de marketing à NRF Retail's Big Show em Nova York, o time de produto a uma feira setorial na Europa. A empresa já sabe aonde vai; o que falta é chegar inteira, no dia certo, com agenda cheia.

O que costuma dar errado quando a própria equipe organiza: o credenciamento fica para depois e o lote esgota; o hotel é reservado pelo preço e fica a uma hora do pavilhão; o voo chega na manhã da abertura e o time perde meio dia de feira; ninguém marcou reunião antes de embarcar e a agenda vira caminhada aleatória entre estandes.

O que a AMO organiza:

É o serviço que mais se beneficia de antecedência. Feira grande com hotel bom perto do pavilhão fecha meses antes, e a diferença entre planejar em janeiro e planejar em agosto costuma ser maior no deslocamento diário do que na tarifa aérea.

Como organizar uma viagem de incentivo para a equipe de vendas?

Viagem de incentivo é a viagem usada como prêmio: bate a meta, viaja. Ela funciona porque é concreta e porque é contada — o vendedor vê a foto do ano anterior e a campanha ganha corpo antes de começar. Por isso o trabalho da agência começa antes da viagem, junto com a mecânica da campanha, e não só na hora de emitir bilhete.

A AMO participa de quatro momentos. Primeiro, o desenho: quantos ganhadores, se acompanhante entra, qual é o teto de investimento por pessoa e em que data a viagem acontece. Segundo, a curadoria do destino: um destino que caiba no orçamento, que seja desejável o suficiente para mover a equipe e que funcione em grupo. Terceiro, o material que a empresa usa para anunciar internamente — imagens, roteiro e o que está incluso, para a campanha ser vendida internamente com clareza. Quarto, a operação: bloqueio de aéreo e hotel para o grupo, programação, e acompanhamento durante a viagem.

Uma observação honesta sobre custo: incentivo é o único serviço desta lista em que o valor por pessoa é decidido antes do destino, e não depois. A empresa define quanto quer investir por ganhador e a AMO traz as opções que cabem — Brasil e América do Sul para tetos menores, destinos de longo curso quando a campanha comporta. Fazer o caminho inverso, escolher o destino dos sonhos e depois procurar orçamento, é o erro mais comum e o mais caro.

Como uma associação ou cooperativa organiza uma viagem para os associados?

Entidades associativas — associações comerciais, cooperativas, sindicatos patronais, núcleos setoriais — levam associados a feiras, visitas técnicas e congressos com uma dificuldade específica: quem decide não é quem paga. A diretoria aprova o programa, mas cada associado se inscreve e paga individualmente, e o número final de participantes só é conhecido perto do embarque.

A AMO estrutura esse formato de um jeito que protege a entidade. A proposta é apresentada à diretoria com o programa e o valor por participante fechados. A inscrição e o pagamento são feitos por cada associado direto com a agência, o que tira da entidade o papel de intermediar dinheiro. A lista é controlada pela AMO, com prazos de confirmação claros para que o bloqueio de aéreo e hotel não vire prejuízo. E a comunicação com o grupo — documentação pendente, orientações de embarque, roteiro — sai da agência, não da secretaria da entidade.

A AMO conhece esse ambiente por dentro: Kadidia Umar, CEO da AMO Embarque, é Coordenadora do Núcleo de Turismo da ACIC Chapecó e Coordenadora Regional Grande Oeste da ABAV-SC. É a mesma dinâmica de pauta, quórum e prestação de contas com que a agência trabalha todos os meses.

Quem cuida da logística de viagem de uma convenção ou treinamento?

Convenção anual, kick-off de ano, treinamento de rede, encontro de franqueados: o desafio não é o evento em si, é colocar pessoas que saem de dez cidades diferentes na mesma cidade, no mesmo dia, dentro do orçamento. A AMO opera a camada de deslocamento e hospedagem desse evento, ao lado de quem cuida do conteúdo e da produção.

O que isso envolve na prática:

É o serviço em que o ganho aparece mais rápido em empresas com equipe distribuída, porque o trabalho que ele substitui — planilha de vinte pessoas, vinte conversas de WhatsApp e vinte reembolsos — é exatamente o tipo de tarefa que consome semanas do RH e não deixa rastro de dado nenhum no fim.

Gestão própria ou agência corporativa: o que muda de verdade?

A comparação honesta não é "agência é melhor". É entender o que cada modelo faz bem e o que cada um cobra em troca. Empresas com pouquíssimas viagens e agenda flexível funcionam bem comprando sozinhas. A conta vira quando a viagem passa a ser rotina, quando ela é crítica, ou quando alguém do time começa a gastar horas por semana com isso.

Role a tabela para o lado para ver a coluna da AMO Corporativo.

Comparativo entre comprar viagens internamente e contratar a gestão da AMO Corporativo.
O que acontece Comprando internamente Com a AMO Corporativo
Quem pesquisa e compra Alguém do administrativo, financeiro ou o próprio viajante, entre outras tarefas. Consultora dedicada, com opções já filtradas pela política da empresa.
Tempo gasto por viagem De trinta minutos a algumas horas, entre comparar, decidir e lançar. O tempo de escrever o pedido e o de aprovar a opção escolhida.
Voo atrasa ou é cancelado O viajante resolve no balcão ou no telefone da companhia aérea. A AMO reacomoda, avisa quem espera e refaz hotel e transfer.
Regra de gasto Combinado informal, aplicado de forma diferente por cada área. Política escrita, aplicada na origem: opção fora da regra não chega ao aprovador.
Como o custo aparece Espalhado em cartões pessoais, reembolsos e faturas de sites diferentes. Faturamento organizado, com gasto por centro de custo, rota e fornecedor.
Negociação com fornecedor Tarifa pública, do mesmo site que qualquer pessoa física acessa. Tarifas corporativas e acordos de operadora e hotelaria pelo volume da agência.
Grupos, feiras e missões Montado do zero a cada vez, geralmente por quem nunca fez aquilo antes. Formato já operado desde 2012, com credenciamento, agenda e apoio em campo.
Custo aparente Zero — o custo está em horas de trabalho que ninguém contabiliza. Explícito: taxa por emissão, fee mensal ou remuneração paga pelo fornecedor.

Quanto custa contratar uma agência de viagens corporativas?

Essa é a pergunta que quase nenhuma agência responde no site, e a resposta honesta é que o mercado corporativo trabalha com três modelos de remuneração. Entender os três é o que permite comparar propostas de verdade, inclusive propostas que não são da AMO.

  1. Taxa por emissão

    Valor fixo cobrado por bilhete ou por reserva emitida. É transparente e fácil de auditar, e faz sentido em empresas com volume irregular: mês sem viagem é mês sem custo. Em compensação, cresce proporcionalmente ao volume.

  2. Fee mensal de gestão

    Valor fixo pelo serviço, independentemente de quantas viagens saírem. Previsível para o orçamento e vantajoso em volume alto, porque o custo por viagem cai conforme o uso sobe. Em volume baixo, é o modelo mais caro.

  3. Remuneração paga pelo fornecedor

    A agência é remunerada por companhias aéreas, operadoras e hotelaria, sem cobrança direta da empresa. Parece o modelo sem custo, mas exige atenção: ele só serve ao cliente se a agência mantiver independência na recomendação.

Na prática, a maioria dos contratos combina mais de um modelo — por exemplo, taxa por emissão no aéreo nacional e remuneração de fornecedor na hotelaria. O que define qual combinação faz sentido é o diagnóstico: quantas viagens por mês, qual proporção entre nacional e internacional, quanto do gasto é aéreo e quanto é hotel, e quanto de trabalho interno a empresa quer devolver.

A AMO não publica tabela de preço porque não existe preço único que sirva a uma empresa com cinco viagens por mês e a uma com cinquenta. A proposta sai depois do diagnóstico, por escrito, com o modelo de remuneração explícito. O diagnóstico não é cobrado e não obriga a nada.

Como começa: os primeiros 30 dias com a AMO Corporativo

Trocar de modelo de viagens assusta porque parece que a operação vai parar. Não para. A implantação roda em paralelo com o que a empresa já faz hoje, e a virada acontece em uma data combinada.

  1. Dias 1 a 5 — diagnóstico

    Conversa de trinta minutos e leitura dos últimos meses de viagem: volume, destinos recorrentes, quem solicita, quem aprova e o que hoje trava. Sem custo e sem compromisso.

  2. Dias 6 a 12 — proposta

    Desenho do atendimento, modelo de remuneração explícito e primeira versão da política de viagens, quando a empresa ainda não tem uma. Tudo por escrito.

  3. Dias 13 a 25 — implantação

    Canal único aberto, cadastro dos viajantes com preferências, alçadas de aprovação configuradas e treinamento rápido de quem vai solicitar. A operação atual segue rodando.

  4. Dia 26 em diante — operação

    A AMO assume as emissões e o suporte. Os bilhetes já emitidos continuam válidos. No fim do primeiro trimestre, sai o relatório que mostra o antes e o depois.

Empresas que já usam a AMO Corporativo

Clientes corporativos ativos — viagens de negócio, missões internacionais e viagens de família da mesma diretoria.

"A agência Amo Embarque nos atende há muitos anos tanto na empresa como em nossas viagens de férias em família, porque é uma agência séria e de confiabilidade, monta nossos pacotes de acordo com nossas particularidades e estão sempre disponíveis para nos ajudar."

Jacqueline Trevisan SilveiraSócia proprietária · Silveira Industrial

"A Amo Embarque nos surpreendeu com tamanha excelência no serviço prestado. Retorno rápido nos orçamentos, várias opções de embarque e lembram de todos os detalhes — documentações, seguro viagem, mensagens durante o percurso."

Ana Carolina Zilio Dalla CostaDiretora · APTI Alimentos

"Foi uma experiência fantástica, tivemos uma atenção especial da Amo Embarque em todos os trechos da viagem. Parabéns a todos os organizadores desta missão."

Edimar NiecParticipante · Missão Canton Fair 2025
  • Silveira Industrial
  • APTI Alimentos
  • Grupo Sperandio
  • Clínica Liven

Quem opera os serviços corporativos da AMO

A AMO Embarque é uma agência de viagens de Chapecó-SC com mais de 15 anos de operação contínua, loja física na Av. General Osório, 231-D, no Centro, e mais de 12 mil viajantes atendidos. A AMO Corporativo é o braço de negócios dessa mesma empresa — não é um departamento terceirizado nem um parceiro externo: quem emite o bilhete do executivo é a mesma equipe que recebe a empresa na loja.

A direção é de Kadidia Umar, CEO, Coordenadora Regional Grande Oeste da ABAV-SC e Coordenadora do Núcleo de Turismo da ACIC Chapecó, e de Jamila Umar, sócia fundadora e consultora sênior com mais de 15 anos em turismo nacional e internacional. A agência é reconhecida como Top Seller Orinter 2023, 2024 e 2025 e Best Seller Operadora Confiança 2024, e mantém 4,8 estrelas no Google com mais de 160 avaliações verificadas.

Página revisada em 27/07/2026 pela equipe da AMO Corporativo.

Perguntas de quem está avaliando contratar

Quanto custa contratar uma agência de viagens corporativas?

O mercado trabalha com três modelos: taxa por emissão (valor fixo por bilhete ou reserva), fee mensal de gestão (valor fixo pelo serviço, independentemente do volume) e remuneração paga pelos fornecedores, sem cobrança direta da empresa. Muitos contratos combinam mais de um. A AMO define o modelo depois do diagnóstico, porque o que serve a uma empresa com cinco viagens por mês não serve a uma com cinquenta.

Minha empresa é pequena. Vale a pena terceirizar as viagens?

O critério não é o tamanho da empresa, é o tempo gasto. Se alguém do administrativo passa horas por semana comparando sites, remarcando voos e conciliando comprovantes, esse tempo já custa mais do que a gestão. Empresas com poucas viagens, mas viagens críticas, também ganham: o que pesa nelas é o risco de um embarque perdido, não o volume.

A AMO atende empresas fora de Chapecó e de Santa Catarina?

Sim. A AMO Embarque tem loja física em Chapecó-SC e atende empresas de todo o Brasil, com atendimento remoto estruturado. A operação não depende de o cliente estar na mesma cidade: as solicitações chegam pelo canal único e a emissão é feita pela equipe em Chapecó.

Preciso ter política de viagens para contratar a gestão?

Não. A maioria das empresas chega sem política formal, e escrever a primeira versão faz parte do diagnóstico. A política define limites de classe e de diária, antecedência mínima de compra, quem aprova o quê e o que a empresa reembolsa. É ela que transforma decisões avulsas em regra previsível.

Como funciona a solicitação de uma viagem no dia a dia?

Por canal único, normalmente WhatsApp corporativo ou e-mail. O solicitante informa trecho, datas e centro de custo; a AMO devolve opções já filtradas pela política; o aprovador confirma; a emissão sai e o bilhete chega ao viajante. Alterações passam pelo mesmo canal, sem a empresa precisar ligar para a companhia aérea.

O que acontece quando um voo atrasa ou é cancelado?

A reacomodação é feita pela equipe da AMO, não pelo viajante no balcão. O atendimento corporativo é prioritário e cobre remarcação, troca de trecho, novo hotel e aviso a quem espera o executivo do outro lado. É nesse ponto que a diferença entre comprar em site e ter agência aparece inteira.

Quais voos diretos saem de Chapecó para viagens de negócio?

O Aeroporto Serafin Enoss Bertaso (XAP) tem voos diretos apenas para Guarulhos (GRU), Campinas/Viracopos (VCP) e Florianópolis (FLN). Qualquer destino nacional ou internacional a partir de Chapecó passa por um desses três, e a escolha da conexão é o que define se o executivo chega a tempo da reunião.

A AMO cuida de vistos e documentação da equipe?

Sim. A assessoria cobre orientação de visto, passaporte, seguro viagem e demais exigências do destino, para viagens individuais e para grupos. Nenhuma agência emite ou garante visto — a decisão é sempre do consulado —, mas o acompanhamento evita que alguém descubra o problema na véspera do embarque.

Dá para trocar de agência no meio do ano sem parar as viagens?

Dá. A troca é feita em paralelo: a AMO monta o canal, os cadastros e as regras enquanto a operação atual segue rodando, e a virada acontece em uma data combinada. Bilhetes já emitidos continuam válidos e a AMO assume o suporte a partir da virada.

Como solicitar uma proposta corporativa da AMO?

Pelo WhatsApp corporativo (49) 99938-0070 ou pelo fixo (49) 3316-1858. O primeiro passo é um diagnóstico de trinta minutos sobre volume, destinos e o que hoje trava as viagens da empresa. A proposta vem depois, por escrito, com o modelo de remuneração explícito.

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Para se aprofundar antes de decidir

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Trinta minutos para saber se faz sentido

O diagnóstico não custa nada e não obriga a nada. Ao fim dele, sua empresa sabe quanto tempo e quanto dinheiro estão indo embora hoje — mesmo que decida continuar como está.